<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Campos de Boaz &#187; Fé</title>
	<atom:link href="http://camposdeboaz.xn.blog.br/categoria/fe/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://camposdeboaz.xn.blog.br</link>
	<description>colheita do que Cristo, o Boaz celestial, espalhou em seus campos</description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 Feb 2010 23:37:58 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Não é&#8230; (Horatius Bonar)</title>
		<link>http://camposdeboaz.xn.blog.br/nao-e-horatius-bonar</link>
		<comments>http://camposdeboaz.xn.blog.br/nao-e-horatius-bonar#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 00:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Horatius Bonar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://camposdeboaz.xn.blog.br/?p=469</guid>
		<description><![CDATA[Não é o que minhas mãos têm feito que pode salvar minha alma culpada; Não é o que minha carne labutante tem suportado que pode encher o meu espírito; Não é o que eu sinto ou faço que pode me dar a paz com Deus; Nem todas as minhas orações, súplicas e lágrimas podem suportar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é o que minhas mãos têm feito que pode salvar minha alma culpada;<br />
Não é o que minha carne labutante tem suportado que pode encher o meu espírito;<br />
Não é o que eu sinto ou faço que pode me dar a paz com Deus;<br />
Nem todas as minhas orações, súplicas e lágrimas podem suportar a minha terrível carga;<br />
Tua graça apenas, ó Deus, pode pronunciar perdão a mim;<br />
Teu poder somente, ó Deus, pode quebrar esse penoso cativeiro;<br />
Nenhuma outra obra, senão a Tua;<br />
Nenhum outro sangue o fará;<br />
Nenhuma força, senão aquela que é divina, pode me sustentar seguramente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://camposdeboaz.xn.blog.br/nao-e-horatius-bonar/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>George Müller – O apóstolo da fé</title>
		<link>http://camposdeboaz.xn.blog.br/george-muller-%e2%80%93-o-apostolo-da-fe</link>
		<comments>http://camposdeboaz.xn.blog.br/george-muller-%e2%80%93-o-apostolo-da-fe#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 21:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[George Müller]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://camposdeboaz.alef3.com/?p=371</guid>
		<description><![CDATA[Se desejamos que nossa fé cresça, não devemos evitar aquilo que a prove e por meio do que ela seja fortalecida]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://i533.photobucket.com/albums/ee331/detudo/campos/Muellersm.jpg" alt="" width="178" height="247" />&#8220;Pela fé, Abel&#8230; Pela fé, Noé&#8230; Pela fé, Abraão&#8230;&#8221; Assim é que o Espírito Santo conta as incríveis proezas que Deus fez por intermédio dos homens que ousavam confiar unicamente nEle. Foi no século XIX que Deus acrescentou o seguinte a essa lista: &#8220;Pela fé, George Müller levantou orfanatos, alimentou milhares de órfãos, pregou a milhões de ouvintes ao redor do globo e ganhou multidões de almas para Cristo&#8221;.</p>
<p>George Müller nasceu em 1805, de pais que não conheciam a Deus. Com a idade de dez anos, foi enviado a uma universidade, a fim de preparar-se para pregar o evangelho, não, porém, com o alvo de servir a Deus, mas para ter uma vida cômoda.</p>
<p>Aos vinte anos de idade, contudo, houve uma completa transformação na vida desse moço. Assistiu a um culto onde os cristãos, de joelhos, pediam que Deus fizesse cair a Sua bênção sobre a reunião. Ficou profundamente comovido com o ambiente espiritual a ponto de buscar também a presença de Deus.</p>
<p>Foi nesses dias, depois de sentir-se chamado para ser missionário, que passou dois meses hospedado no orfanato do famoso A. H. Frank. Mais ou menos no mesmo tempo em que George Müller hospedou-se no orfanato, um certo dentista, o senhor Graves, abandonou as suas atividades que davam um salário de 7.500 dólares por ano, a fim de ser missionário na Pérsia, confiando só nas promessas de Deus para suprir todo o seu sustento.</p>
<p>Logo depois chegou a reconhecer o erro, mais ou menos universal, de ler muito acerca da Bíblia e quase nada da Bíblia. Esse livro tornou-se a fonte de toda a sua inspiração e o segredo do seu maravilhoso crescimento espiritual. &#8220;O Senhor me ajudou a abandonar os comentários e a usar a simples leitura da Palavra de Deus como meditação. O resultado foi que, quando, a primeira noite, fechei a porta do meu quarto para orar e meditar sobre as Escrituras, aprendi mais em poucas horas do que antes durante alguns meses&#8221;. E acrescentou: &#8220;A maior diferença, porém, foi que recebi, assim, força verdadeira para a minha alma&#8221;.</p>
<p>George Müller achava quase impossível ajuntar e guardar dinheiro para qualquer imprevisto, e não ir direto a Deus. &#8220;Sem me aperceber, tenho sido levado a confiar no braço da carne, mas o melhor é ir diretamente ao Senhor&#8221;.</p>
<p>Certo dia, quando só restavam oito xelins, Müller pediu ao Senhor que lhe desse dinheiro. Esperou muitas horas sem qualquer resposta. Então chegou uma senhora e perguntou: &#8211; &#8220;O irmão precisa de dinheiro?&#8221; Foi uma grande prova de sua fé, porém, o pastor respondeu: &#8211; &#8220;Minha irmã, eu disse aos irmãos, quando abandonei meu salário, que só informaria o Senhor a respeito de minhas necessidades&#8221;. &#8211; &#8220;Mas&#8221;, respondeu a senhora, &#8220;Ele me disse que lhe desse isto&#8221;, e colocou 42 xelins na mão do pregador.</p>
<p>Nessa ocasião, George Müller fez para si a seguinte regra, da qual nunca mais se desviou: &#8220;Não nos endividaremos, porque achamos que tal coisa não é bíblica (Rm. 13:8). Assim sempre saberemos quanto realmente possuímos e quanto temos o direito de gastar&#8221;.</p>
<p>Um outro segredo que o levou a alcançar tão grande bênção de confiar em Deus, foi a sua resolução de usar o dinheiro que recebia somente para o fim a que era destinado.</p>
<p>&#8220;Sentindo grande necessidade ontem de manhã, fui dirigido a pedir com insistência a Deus e, em resposta, à tarde, um irmão me deu dez libras&#8221;. Muitos anos antes de sua morte, afirmou que, até aquela data, tinha recebido da mesma forma 5.000 vezes a resposta, sempre no mesmo dia em que fazia o pedido.</p>
<p>Era seu costume, e recomendava também aos fiéis, guardar um livro. Numa página assentava seu pedido com a data e no lado oposto a data em que recebera a resposta. Desse modo, foi levado a desejar respostas concretas aos seus pedidos e não havia dúvida acerca dessas respostas.</p>
<p>&#8220;Ao orar, estava lembrado de que pedia a Deus o que parecia impossível receber dos fiéis, mas que não era demasiado para o Senhor conceder&#8221;. Ele orava com noventa pessoas sentadas às mesas: &#8220;Senhor, olha para as necessidades de teu servo&#8221;. Essa foi uma oração que Deus abundantemente respondeu. Antes de morrer, testificou que, pela fé, alimentava 2.000 órfãos, e nenhuma refeição se fez com atraso de mais de 30 minutos.</p>
<p>Muitas pessoas perguntavam a George Müller como conseguia ele saber a vontade de Deus, pois nada fazia sem antes ter a certeza da vontade do Senhor. Ele respondia:</p>
<p>1) &#8220;Procuro manter o coração em tal estado que ele não tenha qualquer vontade própria no caso. De dez problemas, já temos a solução de nove, quando conseguimos ter um coração entregue para fazer a vontade do Senhor, seja essa qual for. Qaundo chegamos verdadeiramente a tal ponto, estamos, quase sempre, perto de saber qual é a Sua vontade.</p>
<p>2) &#8220;Tenho o coração entregue para fazer a vontade do Senhor, não deixo o resultado ao mero sentimento ou a uma simples impressão. Se o faço, fico sujeito a grandes enganos&#8221;.</p>
<p>3) &#8220;Procuro a vontade do Espírito de Deus por meio de Sua Palavra. É essencial que o Espírito e a Palavra acompanhem um ao outro. Se eu olhar para o Espírito, sem a Palavra, fico sujeito, também, a grandes ilusões&#8221;.</p>
<p>4) &#8220;Depois considero as circunstâncias providenciais. Essas, ao lado da Palavra de Deus e do Seu Espírito, indicam claramente a Sua vontade&#8221;.</p>
<p>5) &#8220;Peço a Deus em oração para que me revele a Sua própria vontade&#8221;.</p>
<p>6) &#8220;Assim, depois de orar a Deus, estudar a Palavra e refletir, chego à melhor resolução deliberada que posso com a minha capacidade e conhecimento; se eu continuar a sentir paz, no caso, depois de duas ou três petições mais, sigo conforme essa direção. Nos casos mínimos e nas transações de maior responsabilidade, sempre acho esse método eficiente&#8221;.</p>
<p>George Müller, três anos antes de sua morte, escreveu: &#8220;Não me lembro, em toda a minha vida de cristão, num período de 69 anos, de que eu jamais buscasse, SINCERAMENTE E COM PACIÊNCIA, saber a vontade de Deus pelo ENSINAMENTO DO ESPÍRITO SANTO POR INTERMÉDIO DA PALAVRA DE DEUS, e que não fosse guiado certo. Se me faltava, porém, SINCERIDADE DE CORAÇÃO E PUREZA PERANTE DEUS, ou se eu não olhava para Deus, com PACIÊNCIA, ou se eu preferia o CONSELHO DO PRÓXIMO AO DA PALAVRA DO DEUS VIVO, então errava gravemente&#8221;.</p>
<p>Em resposta a muitos que queriam saber como o cristão pode adquirir tão grande fé, deu as seguintes regras:</p>
<p>1) &#8220;Lendo a Bíblia e meditando sobre o texto lido, chega-se a conhecer a Deus, por meio da oração&#8221;.</p>
<p>2) &#8220;Procurar manter um coração íntegro e uma boa consciência&#8221;.</p>
<p>3) Se desejamos que nossa fé cresça, não devemos evitar aquilo que a prove e por meio do que ela seja fortalecida&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ainda mais um ponto: para que a nossa fé se fortaleça, é necessário que deixemos Deus agir por nós ao chegar a hora da provação, e não procurar a nossa própria libertação&#8221;.</p>
<p>(Extraído da Revista Plenitude, Ano 5, nº 31, de agosto de 1986).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://camposdeboaz.xn.blog.br/george-muller-%e2%80%93-o-apostolo-da-fe/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fé (A. W. Pink)</title>
		<link>http://camposdeboaz.xn.blog.br/fe-a-w-pink</link>
		<comments>http://camposdeboaz.xn.blog.br/fe-a-w-pink#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 20:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[A. W. Pink]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://camposdeboaz.alef3.com/?p=360</guid>
		<description><![CDATA[“De fato sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6) “Mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé, naqueles que a ouviram.” (Hb 4:2) Estes dois versículos juntos no mostram como é vã toda a atividade religiosa onde não há fé. A atividade exterior deve ser realizada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“De fato sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6)</p>
<p><img class="alignright" src="http://i533.photobucket.com/albums/ee331/detudo/campos/pink1.jpg" alt="" width="295" height="343" /><br />
“Mas a palavra que ouviram não lhes aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé, naqueles que a ouviram.” (Hb 4:2)</p>
<p>Estes dois versículos juntos no mostram como é vã toda a atividade religiosa onde não há fé. A atividade exterior deve ser realizada correta e diligentemente, mas a menos que a fé esteja em operação, Deus não é honrado e a alma não é edificada. A fé abre o coração de Deus, e é mediante a fé que recebemos a graça de Deus – não uma mera aceitação do que ‘é revelado em Sua Palavra, mas um princípio sobrenatural de graça que existe no Deus das Escrituras. Isso o homem natural, não importa o quanto religioso ou ortodoxo ele seja, não tem; e nenhum de seus esforços, nem atos da sua vontade, pode adquirir. É um dom soberano de Deus.</p>
<p>A fé deve operar em todas as atividades dos cristãos, se Deus há de ser glorificado e ele edificado.<br />
Primeiro, na leitura da Palavra: “Estes, porém, foram registrados para que creiais” (Jo 20:31).<br />
Segundo, no ouvir da pregação dos servos de Deus: “A pregação da fé” (Gl 3:2).<br />
Terceiro, na oração: “Peça-a porém com fé, em nada duvidando” (Tg 1:6).<br />
Quarto, na nossa vida diária: “Visto que andamos por fé, e não pelo que vemos” (II Co 5:7); “esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no filho de Deus” (Gl 2:20).<br />
Quinto, em nossa partida desse mundo: “Todos estes morreram na fé” (Hb 11:13).</p>
<p>O que o fôlego é para o corpo, a fé é para a alma; pois alguém que sem fé busca realizar ações espirituais, é como se colocasse uma mola em um boneco de madeira, fazendo-o mover-se mecanicamente.</p>
<p>Um professo não-regenerado pode ler as Escrituras e ainda assim não ter qualquer fé espiritual. Assim como o hindu devoto lê atentamente o Upanishad e o muçulmano o seu alcorão, muitos países “cristãos” adotam o estudo da Bíblia, e mesmo assim não têm mais da vida de Deus em suas almas do que têm os seus irmãos pagãos. Milhares nesta terra lêem a Bíblia, crêem na sua autoria divina, e se tornam mais ou menos familiarizados com o seu contudo. Um mero professo pode ler vários capítulos diariamente, e mesmo assim nunca compreender um único versículo. Mas a fé aplica a Palavra de Deus: ela aplica Suas terríveis ameaças e estremece diante delas; ela aplica Suas solenes advertências, e procura atendê-las; ela aplica Seus preceitos, e suplica a Ele por sua graça para acompanhá-lo.</p>
<p>Acontece o mesmo no ouvir a pregação da Palavra. Um professo carnal se orgulhará de ter comparecido a esta ou aquela conferência, de ter ouvido aquele famoso professor e aquele renomado pregador, e ter tido tanto proveito para a sua alma quanto se nunca tivesse ouvido qualquer um deles. Ele pode ouvir dois sermões todo domingo, e depois de cinqüenta anos ser tão morto espiritualmente como é hoje. Mas o homem regenerado compreende a mensagem e avalia a si mesmo pelo que ouve. Ele é muitas vezes convencido dos seus pecados e feito lamentar deles. Ele testa a si mesmo pelo padrão de Deus, e se sente tão longe de ser aquilo que deveria que sinceramente duvida da sinceridade da sua profissão (de fé). A Palavra o corta em pedaços como uma espada de dois gumes, e o faz clamar “desventurado homem que sou!”</p>
<p>Na oração o mero professo muitas vezes faz o crente humilde envergonhar-se de si mesmo. O religioso carnal que tem “o dom da palavra” nunca se perde com elas: frases fluem de seus lábios tão prontamente como águas de um riacho murmurante; versículos das Escrituras parecem correr através de sua mente tão livremente como o pó passa pela peneira. Ao passo que o pobre oprimido filho de Deus é muitas vezes incapaz de fazer algo mais do que clamar “Ó Deus sê propício a mim pecador” . Ah, meus amigos, nós precisamos distinguir nitidamente entre a habilidade natural de “fazer” “boas orações” e o espírito de suplica verdadeira: um consiste meramente de palavras, o outro de “gemidos inexprimíveis”; um é adquirido por educação religiosa, o outro é implantado na alma pelo Espírito Santo.</p>
<p>Assim é também em assuntos sobre as coisas de Deus. O professo fútil pode conversar loquazmente, e muitas vezes, de modo ortodoxo, de “doutrinas”, sim, e de coisas terrenas também: de acordo com a sua disposição, ou dependendo da sua audiência, assim é o seu tema. Mas o filho de Deus, embora sendo pronto para ouvir o que é para edificação, é “tardio para falar”. Oh, meu leitor, cuidado com pessoas que falam muito; um tambor faz bastante barulho mas é vazio por dentro! “Muitos proclamam a sua própria benignidade, mas o homem fidedigno quem o achará?” (Pv 20:6). Quando um santo de Deus abre os seus lábios para falar de assuntos espirituais, é para dizer o que o Senhor, em Sua infinita misericórdia, tem feito por ele; mas o religioso carnal está ansioso sempre para que os outros saibam o que ele “tem feito pelo Senhor”.</p>
<p>A diferença é evidente da mesma forma, entre o crente genuíno e o crente nominal, com relação à vida diária: conquanto este último possa parecer exteriormente justo, ainda assim por dentro está “cheio de hipocrisia e iniqüidade” (Mt 23:28). Eles colocarão a pele de uma verdadeira ovelha, mas na realidade são “lobos em pele de ovelhas”. Mas os filhos de Deus têm a natureza da ovelha, e aprendem dAquele que é “manso e humilde de coração”, e como eleitos de Deus se revestem de “ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade” (Cl 3:12). Eles são em secreto o que são em público. Eles adoram a Deus em espírito e em verdade, e têm a sabedoria bem guardada no coração.</p>
<p>Também é assim no fim de suas vidas. Um professo vazio pode morrer tão fácil e tranqüilamente como viveu – abandonado pelo Espírito Santo, e não perturbado pelo diabo; como diz o salmista: “para ele não há preocupações” (Sl 73:4). Mas isso é muito diferente do fim daquele cuja consciência, profundamente sulcada e reconhecidamente corrompida, foi “aspergida” com o precioso sangue de Cristo: “Observa o homem íntegro, e atenta no que é reto; porquanto o homem de paz terá posteridade” (Sl 37:37) – sim, uma paz “que excede todo o entendimento”. Tendo vivido a vida do justo, ele morre a “morte do justo” (Nm 23:10).</p>
<p>E o que é que distingue um caráter do outro, onde está a diferença entre o crente genuíno e o que é apenas no nome? Nisto: uma fé dada por Deus e implantada no seu coração pelo Espírito. Não um mero concordar intelectual com a Verdade, mas um vivo, espiritual, e vital principio no coração – uma fé que “purifica o coração” (At 15:9), que “atua pelo amor” (Gl 5:6), que “vence o mundo” (I Jo 5:4). Sim, uma fé que divinamente mantida em meio a provações por dentro, e de oposições por fora; uma fé que exclama “ainda que me mate, nEle confiarei” (Jó 13:15).</p>
<p>É bem verdade que essa fé não está sempre em atuação, nem é igualmente forte em todo o tempo em atuação, nem é igualmente forte todo o tempo. O beneficiário dela deve ser ensinado por dolorosa experiência que da mesma forma como ele não a criou, ele também não pode comandá-la; por essa razão ele se volta para o seu Autor e diz: “Senhor eu creio, ajuda-me com a minha falta de fé”. E é assim para que quando ler a Palavra seja capaz de apossar-se das suas preciosas promessas; quando prostar-se diante do trono da graça, ele seja capaz de lançar o seu fardo sobre o Senhor; quando ele levantar-se para seus deveres temporais, seja capaz de apoiar-se nos braços eternos; e quando ele for chamado a passar pelo vale da sombra da morte, clame triunfante “não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo” . “Senhor aumenta-nos a fé”.</p>
<p><a href="http://www.preciosasemente.com.br/vidacrista/fe.htm" target="_blank"><strong>Fonte</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://camposdeboaz.xn.blog.br/fe-a-w-pink/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Dynamic page generated in 0.529 seconds. -->
<!-- Cached page generated by WP-Super-Cache on 2010-07-15 08:36:07 -->
