A presença de Cristo significava pão para os famintos. A compaixão de Cristo significava que Ele não suportava ver as pessoas vindo com fome e partindo na mesma situação.
colheita do que Cristo, o Boaz celestial, espalhou em seus campos
A presença de Cristo significava pão para os famintos. A compaixão de Cristo significava que Ele não suportava ver as pessoas vindo com fome e partindo na mesma situação.
“Ele é a cabeça do corpo, da igreja. Ele é o princípio, o primogênito de entre os mortos, para em todas as coisas ter a primazia” (Cl 1.18). “No qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre; porém Cristo é tudo em todos” (Cl 3.11). Muito tem sido feito [...]
O genro de Austin-Sparks, Angus Kinnear, escreveu o seguinte sobre seu sogro: “Desde seus anos iniciais ele creu no poder e na importância da Palavra de Deus falada, e em que todas as instâncias de Sua exposição e aplicação deviam estar relacionadas vitalmente às necessidades atuais e crescentes da vida espiritual das congregações representativas do [...]
Hosea Hu, um irmão americano, é biógrafo de T. Austin-Sparks. Ele esteve no Brasil certa vez e deu uma conferência sobre a vida de TAS, como era carinhosamente chamado por seus amigos. Eu ouvi parte de uma das mensagens. Desta, um fato me impressionou demais. Eu o reproduzo de memória aqui. O cerne da história [...]
THEODORE AUSTIN-SPARKS (1888-1971) deixou ao partir um tesouro de escritos repletos com a Sabedoria, a Vida e a Revelação de Cristo. Ele entendia que aquilo que era dado pelo Único Espírito de Deus devia ser livremente compartilhado com o Único Corpo de Cristo – o que pertence a um, pertence a todos. Ele não desejava [...]
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